O contexto
O problema central não era tecnológico, era decisório.
Em operações hospitalares complexas, o desafio não está na ausência de informação, mas na dificuldade de transformar dados dispersos em decisões coordenadas. Planejamento fragmentado entre áreas, baixa previsibilidade operacional, monitoramento limitado de gargalos e decisões reativas geravam conflitos em agendas cirúrgicas, ociosidade de recursos críticos e baixa visibilidade do fluxo ponta a ponta.